VILA DO CONDE
PORTUGAL
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Apresentação

 Catálogo Fotográfico
 
 
Parte I do Catálogo Fotográfico da Feira de Gastronomia de Vila do Conde    Parte II do Catálogo Fotográfico da Feira de Gastronomia de Vila do Conde    Parte III do Catálogo Fotográfico da Feira de Gastronomia de Vila do Conde 
 A 18ª Feira de Gastronomia de Vila do Conde vai decorrer, entre 19 e 28 de Agosto de 2016, nos Jardins da Av. Júlio Graça, com vários restaurantes, tasquinhas, animação musical e o melhor da gastronomia portuguesa.

Um roteiro gastronómico que permite percorrer as diferentes regiões do país, já que sete restaurantes garantem qualidade e diversidade, mas também as “petisqueiras” que asseguram o colorido de sabores e aromas e os cerca de 70 stands instalados nos 11 mil metros quadrados do recinto, com uma multiplicidade da oferta de produtos para todos os gostos, não faltando uma livraria exclusivamente dedicada à gastronomia.

Do pão tradicional aos bolos e biscoitos, de uma variada gama de enchidos às carnes fumadas, passando pelos queijos, compotas e geleias, ervas aromáticas, azeites e vinagres, mas também pelos chás e infusões ou, ainda, pelos vinhos, espumantes e digestivos, de tudo um pouco, - e do Minho ao Algarve, passando pelas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira - se pode encontrar na Feira de Gastronomia de Vila do Conde.

Restaurante Temático recua ao tempo de D. Manuel

Há 500 anos, o rei D. Manuel deu carta de Foral à “Vila de Conde de Santa Clara”. Vivia-se a época dos Descobrimentos Oceânicos que estavam a mudar o Mundo, a colocar a Europa na linha da frente e a fazer a primeira globalização – da economia, dos hábitos, da alimentação, da cultura, enfim, da Civilização.

Era o tempo do rei D. Manuel que tinha o privilégio de provar essa viragem de progressos, de muitos modos, e concretamente, quotidianamente, à mesa do jantar e da ceia, na diversidade dos pratos e no requinte das maravilhosas iguarias com deliciosos sabores.

À data da concessão do Foral, em 1516, recordava-se certamente Sua Alteza dos bons manjares que lhe tinham oferecido, em Vila do Conde, no ano de 1502, quando passara para S. Tiago de Compostela, e se hospedara condignamente, na casa abastada de Jerónimo Róis e Graça Dias, burgueses de grande fortuna.

Boa lembrança guardava das refeições de carne assada no espeto, das iguarias com ervas de aroma, do bom marisco, do condimento das especiarias, tudo servido em baixela de prata.

E teve, então, o tempo bastante para ver, em passeio de comitiva (da rua da Igreja à rua da Torre), a riqueza de muitos mais burgueses da Vila, homens-bons da Câmara, mercadores, construtores navais, mestres e pilotos, riqueza que se manifestava na frontaria soberba de suas habitações sobradadas e no bom traje, tal como se presumia claramente na boa mesa. Antes de seguir viagem, terá D. Manuel subido ao Convento, onde a abadessa lhe proporcionou a degustação de doçaria com paladares incomparáveis (beijos de freira, meias-luas, cavacas, sapatetas, empadas, doces de ovos, farinha, açúcar e amêndoa), segredos que só mãos de fada sabem preparar, as mãos das irmãs da clausura que tinham, certo dia, trazido a receita da casa fidalga de seus pais.

Serão esses momentos que a organização da Feira de Gastronomia se prepara para recriar, oferecendo a gastronomia renascentista no Restaurante Temático.
 
 

 

   

 

 


                                                      



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